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Fundações para os futuros Figitais

direções, desafios e dimensões para uma estratégia de Brasil Figital

Este e-book é um compilado de cinco posts que o nosso cientista-chefe, Silvio Meira, publicou no seu blog. Como o nome sugere, trata das “Fundações para os Futuros Figitais”, mas não deve ser visto como uma espécie de guia definitivo.


É mais aconselhável lê-lo como um conjunto de provocações (e não são poucas) para se planejar para uma transformação estratégica iminente, inevitável e cada vez mais inadiável. Tudo isso num cenário no qual as dimensões de performance e competição dos negócios estão cada vez mais interconectadas: os mundos físico, digital e social convivendo em tempo quase real, sem que se possa afirmar objetivamente onde começa um e termina o outro.


O texto de Silvio é uma tentativa de fazer o futuro fluir para o passado, passando pelo presente, como ele mesmo provoca. A partir da observação do cenário um tanto sombrio desenhado por Johannessen ao se deparar com a revolução da informação e o futuro do trabalho, Silvio amplia essa visão para desenhar as fundações, as lógicas e os princípios dos ecossistemas coopetitivos de possíveis futuros figitais.


É isso que Silvio tenta: nos fazer ver o futuro, antes do futuro acontecer.

Este texto foi pensado como base e suporte para debates e desenhos que poderiam conduzir à explicitação de uma estratégia de Brasil Figital. Mas… por que “figital”?


O material endereça desafiios para uma estratégia nacional, do Brasil, mas está escrito de tal forma que pode ser especializado para estados, municípios, ou instituições de Estado. Por outro lado, nem tudo o que poderia ser considerado como fundações, desafios e dimensões para criar aspirações de uma estratégia de Brasil Figital está tratado no texto. A complexidade de um país como o Brasil demanda, para um esforço de grande impacto em todos os quadrantes e facetas da sociedade e da economia, um trabalho muito mais largo, profundo, detalhado e extenso do que apresentado aqui.



Ao mesmo tempo, a ideia básica deste esforço não é cobrir todo o espectro de possibilidades que dariam origem uma estratégia de Brasil Figital, mas apontar bases essenciais para um esforço de grande porte e dar alguns exemplos de como criar aspirações figitais para um país como um nosso. Deve-se notar que as aspirações declaradas aqui são essenciais para quase absolutamente tudo mais que se possa imaginar que um Brasil Figital deveria querer ser, ter e|ou fazer.



Este é um trabalho obviamente incompleto e continuará evoluindo enquanto perdurar a demanda por uma estratégia de Brasil Figital. O volume, a dinâmica e intensidade das mudanças do contexto, de transição global do espaço físico para o figital assim o exigem e tudo indica que as próximas duas ou três décadas serão de mudanças tão ou mais radicais do que as que já estamos vendo agora. A diferença entre esta onda de inovação e as anteriores é que, agora, inovação é habilitada por código. O espaço figital onde já estamos competindo é continuamente [re]definido por código, e as dinâmicas de inovação, lá, dependem intrinsecamente das competências, habilidades dos agentes

escreverem código, em rede, de forma ágil e rápida. Nunca nada mudou tanto, tão rapidamente, como agora, e ainda não chegamos na aceleração que parece ser possível. É nesse contexto que propomos discutir as direções, desafios e dimensões para uma Estratégia de Brasil Figital.


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Silvio Meira

cientista-chefe da TDS.company


Cientista e professor com atuação na área de engenharia de software, transformação digital, novos negócios e educação. Com mais de 25 anos de experiências práticas e teóricas com inovação, é presidente do conselho do PortoDigital.org, membro dos conselhos da CI&T, MAGALU, MRV e TEMPEST e dos comitês de inovação da Anima, Z.ro Bank, banco ABC e DPSP.

Silvio Meira

cientista-chefe da TDS.company


Cientista e professor com atuação na área de engenharia de software, transformação digital, novos negócios e educação. Com mais de 25 anos de experiências práticas e teóricas com inovação, é membro dos conselhos da CI&T, MAGALU, MRV e TEMPEST e dos comitês de inovação da BBCE, ANIMA e YPÊ.

transformação estratégica para negócios

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